há o ar
o al á
há o arar
o ar à
areia
há a aranha
a aranha iça
e
arranha
ou
arreia
à
aresta
a res
desta
me resta
aracne
e esta?
quinta-feira
quarta-feira
gata branca
gata branca, gata grande
que fala devagar
te lambe e se enrosca
te morde e te arranha
gata branca, gata grande
afogada por longas horas
senti no polegar
lateja pulsação
ela é o meu demónio
meu génio pulsa não
e
naqueles momentos
em que a dor é tão forte que a alma esvai do corpo
e paira na situação
é que os olhos interiores podem observar o que está
lá dentro e sonhar
e
tenho medo da verdade
que fala devagar
te lambe e se enrosca
te morde e te arranha
gata branca, gata grande
afogada por longas horas
senti no polegar
lateja pulsação
ela é o meu demónio
meu génio pulsa não
e
naqueles momentos
em que a dor é tão forte que a alma esvai do corpo
e paira na situação
é que os olhos interiores podem observar o que está
lá dentro e sonhar
e
tenho medo da verdade
sábado
idade de ferro
num dia de fim de tarde
quando o crepúsculo é frio, mais cinzento que azul
e as gentes de outra terra revoltadas se levantam
o fogo, a forca e o tridente saem de mãos dadas
e a loucura das multidões vai instalada
e pegam nos homens e lutam
e pegam nas mulheres e cortam
e pegam nas crianças e jogam
e pegam em tudo e correm
e pegam na terra e cospem
e os animais não nos comem?
ai, mas porque andava eu ali, correndo assustado
porque pairava como uma alma penada olhando aquele horror
eu que não vou à matança, vejo o pobre animal a ser caçado,
os ganchos de metal espetam-se no couro, sai o primeiro sangue,
o grito de dor deixa-me assustado...
o metal em brasa crava-se bem mais fundo para marcar a posse
o grito de odor deixa-me nauseado...
e as facadas de metal entranham-se na carne e ele cai por fim
ai, não, é só um pesadelo
já acordei... é só demasiada imaginação
porque tem a minha mente de se lembrar destas coisas?
não, o javali sou eu!
minha é a idade de ferro
quando o crepúsculo é frio, mais cinzento que azul
e as gentes de outra terra revoltadas se levantam
o fogo, a forca e o tridente saem de mãos dadas
e a loucura das multidões vai instalada
e pegam nos homens e lutam
e pegam nas mulheres e cortam
e pegam nas crianças e jogam
e pegam em tudo e correm
e pegam na terra e cospem
e os animais não nos comem?
ai, mas porque andava eu ali, correndo assustado
porque pairava como uma alma penada olhando aquele horror
eu que não vou à matança, vejo o pobre animal a ser caçado,
os ganchos de metal espetam-se no couro, sai o primeiro sangue,
o grito de dor deixa-me assustado...
o metal em brasa crava-se bem mais fundo para marcar a posse
o grito de odor deixa-me nauseado...
e as facadas de metal entranham-se na carne e ele cai por fim
ai, não, é só um pesadelo
já acordei... é só demasiada imaginação
porque tem a minha mente de se lembrar destas coisas?
não, o javali sou eu!
minha é a idade de ferro
roupas de fazenda
vida de corpo negro
não tem paga não
armadilha me caia
roubo me corte a mão
a lua de testemunha
sua negra paixão
no raiar do sol
vergasta de perdão
senhores de mim
me comem o pão
se o planto mas desganho
minha é a escravidão.
não tem paga não
armadilha me caia
roubo me corte a mão
a lua de testemunha
sua negra paixão
no raiar do sol
vergasta de perdão
senhores de mim
me comem o pão
se o planto mas desganho
minha é a escravidão.
terça-feira
morpheu
haguia sofia prata melancia de hermes o três as leis degraus aracne os dentes floresta perdido e amarrado a porta universo de pianos brancos as escadas o sotão e o papagaio as peles tapete vermelho e o quadro um paquete o feto e o corredor a bruxa a freira e o vampiro na casa de pedra a baleia a água a procissão o buda e a levitação o duende a barata e a neve a história o mulato e a tortura o urso branco o lobo e o lago do imperador o elefante a capela naufragada e o ouro persa
quinta-feira
why do bugs keep following me?
please
don't come in my face
I need to breathe
unless you go on
please
don't blow my ear
I need to hear
unless you carry on
please
don't be so cheap
I need to come
unless you're not on
so I ask: why do bugs keep following me?
don't come in my face
I need to breathe
unless you go on
please
don't blow my ear
I need to hear
unless you carry on
please
don't be so cheap
I need to come
unless you're not on
so I ask: why do bugs keep following me?
sexta-feira
palavra que é verbo!
Cortei minha palavra,
No espinho do som.
De forma compassada
Arranquei-lhe o tom.
Ouvindo tamanha mágoa
Gastei o meu dom
Essas suas frases de raiva
Não me trazem o bom,
De escrever, de falar, de cantar…
E eu me sujeito ao verbo,
Se no início é você.
Toquei minha guitarra
Com pautas de Tom,
De maneira gozada
Arranquei-lhe um som.
Ouvindo gerúndios compassos
Saí da fossa, que é bom
Essas notas firmam traços
Poetinha é meu dom,
De escrever, de falar, de cantar…
No início era o verbo
Pois que eu não me sujeito.
No espinho do som.
De forma compassada
Arranquei-lhe o tom.
Ouvindo tamanha mágoa
Gastei o meu dom
Essas suas frases de raiva
Não me trazem o bom,
De escrever, de falar, de cantar…
E eu me sujeito ao verbo,
Se no início é você.
Toquei minha guitarra
Com pautas de Tom,
De maneira gozada
Arranquei-lhe um som.
Ouvindo gerúndios compassos
Saí da fossa, que é bom
Essas notas firmam traços
Poetinha é meu dom,
De escrever, de falar, de cantar…
No início era o verbo
Pois que eu não me sujeito.
a todo o gás
quando tudo se perdeu
o meio nada se encontrou
aquela boca que era existe
nunca mais ficará triste
de noiva não se casou
quando nada se perdeu
um meio tanto se achou
aquela voz que era insiste
sempre escutará ouvinte
de boba não se tomou
e quando a chama acendeu
o meu fogo se expiou
aquela coisa sem limite
me acertando o palpite
de gás não se apagou
o meio nada se encontrou
aquela boca que era existe
nunca mais ficará triste
de noiva não se casou
quando nada se perdeu
um meio tanto se achou
aquela voz que era insiste
sempre escutará ouvinte
de boba não se tomou
e quando a chama acendeu
o meu fogo se expiou
aquela coisa sem limite
me acertando o palpite
de gás não se apagou
encoberto
Malditos sejam os cépticos e os ignorantes do intuir,
Que a Roda se não os persegue, não os pode fazer diluir!
Malditos os Fados incertos, ditados unos de sentença,
Que a mim me atormentam, quais marcas de nascença!
É que a eles não sei escapar, nem forças me arremessam
E que deles não sei duvidar, nem por provas me peçam...
É que a alma embora velha, da encarnação não se livrou
E o destino de ser encoberto, no meu espírito já se encostou.
É que os karmas e as alquimias e as fortunas já me comandam:
Tu, ó Encoberto, serás oculto, serás privado, serás brando,
E tu, ó Encoberto, não poderás, não possuirás e não verás,
Que de dentro da caverna, ó Encoberto, não enxergas, nem sairás
Que a Roda se não os persegue, não os pode fazer diluir!
Malditos os Fados incertos, ditados unos de sentença,
Que a mim me atormentam, quais marcas de nascença!
É que a eles não sei escapar, nem forças me arremessam
E que deles não sei duvidar, nem por provas me peçam...
É que a alma embora velha, da encarnação não se livrou
E o destino de ser encoberto, no meu espírito já se encostou.
É que os karmas e as alquimias e as fortunas já me comandam:
Tu, ó Encoberto, serás oculto, serás privado, serás brando,
E tu, ó Encoberto, não poderás, não possuirás e não verás,
Que de dentro da caverna, ó Encoberto, não enxergas, nem sairás
simpatia
em manta de retalhos cosi a simpatia,
na cama a deitei, gentil véu de maria
a música que embala a chama de vela
na cama lhe pinto os sons em aguarela
calor enroscado baixo raio de sol
na cama os risinhos baixo o lençol
pérolas brancas eu perdi, negras ganhei
nessa cama bendita que eu me deitei
borboletas pairam vestida Iemanjá
na cama me beijam seu orishá
oferendas lhe navegam prenhas o mar
na cama se enrolam as ondas do meu colar
amores-perfeitos me sorriem o néctar
na cama paixão só samba o poeta
e se a cama lavada de dia for feita
desta simpatia a oração se endireita
na cama a deitei, gentil véu de maria
a música que embala a chama de vela
na cama lhe pinto os sons em aguarela
calor enroscado baixo raio de sol
na cama os risinhos baixo o lençol
pérolas brancas eu perdi, negras ganhei
nessa cama bendita que eu me deitei
borboletas pairam vestida Iemanjá
na cama me beijam seu orishá
oferendas lhe navegam prenhas o mar
na cama se enrolam as ondas do meu colar
amores-perfeitos me sorriem o néctar
na cama paixão só samba o poeta
e se a cama lavada de dia for feita
desta simpatia a oração se endireita
oração da noite
escrevi uma oração em papel rasgado,
na terra plantei, ficou semeado
baixa luz de minha morte a vi em solidão
na terra plantei o meu coração
sozinha que vago, no bucho carrego
na terra enterrei meus filhos de ferro
forças não tenho, não tive, não terei
nesta terra assombrada eu me plantei
do pranto que choro é água com sal
da terra colhi as ervas do mal
das almas assombros me vi assistir
da terra colhi as flores de carpir
da fraqueza me caem os cabelos no chão
da terra colhi as cinzas de adão
e se a terra plantada na noite não cresce
desta oração seus frutos lhe apodrece
na terra plantei, ficou semeado
baixa luz de minha morte a vi em solidão
na terra plantei o meu coração
sozinha que vago, no bucho carrego
na terra enterrei meus filhos de ferro
forças não tenho, não tive, não terei
nesta terra assombrada eu me plantei
do pranto que choro é água com sal
da terra colhi as ervas do mal
das almas assombros me vi assistir
da terra colhi as flores de carpir
da fraqueza me caem os cabelos no chão
da terra colhi as cinzas de adão
e se a terra plantada na noite não cresce
desta oração seus frutos lhe apodrece
diarreia escrita
Os poetas são os filhos da inconstância
os que buscam as verdades subterrâneas,
os que vivem esses amores dramáticos,
os que buscam remédios sistemáticos.
As poetas são as filhas do destino,
as que procuram a grande beleza,
as que a rotina não contenta,
as que a necessidade atormenta.
E os filhos desses poetas lhes herdam a vida toda como uma só.
Tomam nas veias a certeza do caos,
bebem jucosos os frutos da roda,
definham perante a incompreensão
e morrem quando se lhes nega a paixão.
Roem-se vívidos se os temores apertam,
rugem feridos se o mal os espera,
hibernam quando as gentes lhes corroem,
mas nem na morte se destroem.
Eles só temem porque sentem, a vida como se fosse uma só.
os que buscam as verdades subterrâneas,
os que vivem esses amores dramáticos,
os que buscam remédios sistemáticos.
As poetas são as filhas do destino,
as que procuram a grande beleza,
as que a rotina não contenta,
as que a necessidade atormenta.
E os filhos desses poetas lhes herdam a vida toda como uma só.
Tomam nas veias a certeza do caos,
bebem jucosos os frutos da roda,
definham perante a incompreensão
e morrem quando se lhes nega a paixão.
Roem-se vívidos se os temores apertam,
rugem feridos se o mal os espera,
hibernam quando as gentes lhes corroem,
mas nem na morte se destroem.
Eles só temem porque sentem, a vida como se fosse uma só.
por uma ética boazona
O preço da mentira paga-se caro, é uma dívida ad e(x)ternum.
E que importa?!
Eu sofrerei, pagarei com as carnes os delírios da mente.
Sob leves variações, todo o problema da traição é a ausência de qualquer reserva.
Não há pudor, mas mais que uma cesta.
Eu tenho, sou extenso, sou mineral.
Me condeno? Me condenam.
A mentira é tão válida quanto toda a verdade feia.
A espontaneidade e a sinceridade são aqueles defeitos abrasadores... Uma empiria pouco explicável à maioria de nós, os cínicos.
O homem novo só tem uma ética: mede-se aos apalpos, qual belluci
E que importa?!
Eu sofrerei, pagarei com as carnes os delírios da mente.
Sob leves variações, todo o problema da traição é a ausência de qualquer reserva.
Não há pudor, mas mais que uma cesta.
Eu tenho, sou extenso, sou mineral.
Me condeno? Me condenam.
A mentira é tão válida quanto toda a verdade feia.
A espontaneidade e a sinceridade são aqueles defeitos abrasadores... Uma empiria pouco explicável à maioria de nós, os cínicos.
O homem novo só tem uma ética: mede-se aos apalpos, qual belluci
canudos
Ai que não sei se sufoco, se me mordo, se me cuspo...
Que no Verão me sufoco, bem me mordem, vai ao susto
Na cama de qualquer um fazem bem, quem pode
A cama daquele além fazem mal, ou bem que fode
Não há prenhas, nem agasalhos e nem ventos sussurram
Só fogos de lenhas, pequenos retalhos e peles que esturram
Neste sertão de mérda enxuta, só fraco tesão te padece
Que nem com Cunha há beleza, eu clídes, Deus quisesse
Que no Verão me sufoco, bem me mordem, vai ao susto
Na cama de qualquer um fazem bem, quem pode
A cama daquele além fazem mal, ou bem que fode
Não há prenhas, nem agasalhos e nem ventos sussurram
Só fogos de lenhas, pequenos retalhos e peles que esturram
Neste sertão de mérda enxuta, só fraco tesão te padece
Que nem com Cunha há beleza, eu clídes, Deus quisesse
9-fora-nada
Se eu nada contemplo, nada me envolve
Sou um nada sem templo, tudo me demove
Se eu nado com tempo, ela me dissolve
Se eu nado, não nado, morto, sou 9
E quem me comenta?
Quem me devolve?
Quem com mãos me tenta,
ou com beijos me chove?
desilusão sorri, tem dentes de chumbo...
Sou um nada sem templo, tudo me demove
Se eu nado com tempo, ela me dissolve
Se eu nado, não nado, morto, sou 9
E quem me comenta?
Quem me devolve?
Quem com mãos me tenta,
ou com beijos me chove?
desilusão sorri, tem dentes de chumbo...
despejados
vivo triste como quem mora subterrâneo, vivo triste como quem perde a aposta, vivo triste como quem se perdeu ... de onde mora e não sabe quem mora lá, e triste porque só moro, não vivo, não sabendo que triste é cá.
everlast-ed
In the generation of those, whom seek the underlying surfaces of immortal coils…And on those scar tissues left behind and beyond space-time we shall look at the universe as an equal and the future as the projected selves of a petrified mankind. And others will see how God may be the body where the matrix lies as embedded, and how we pray as cells which do not know how to act, though we know the cancers. And our nanobots are the colonizer aliens, raping the laboratorial beasts. And that huge enterprise we call God, and universe, and higher commander does not know we exist… however not only our human behaviour constructs that archaeological being, as it brings into huge existence the same patterns we reproduce within ourselves and as it is up it is down, in the sense similarities became simple reproductions of what we metaphorically know as divine revenge.
female ground-poetry
Once in a while I’ll trouble your little something,
Provide you with lessons only past could bring.
And let me introduce myself as a tourist from outer space,
Departed from home to show its real place.
Thus in an age of frozen hearts, souls and minds
Many warmed the globe, distracted from signs
Societies used to be made from knowledge
As mankind felt in a high-tech shortage,
And while some afforded playground cyborgs
Surviving through transgenic organs,
Convicted by some artificial intelligences
With no blame, didn’t notice the absences.
Illegal geniuses engineered new babies,
Illegal sexists bought their on ladies.
While all voted eco-assisted euthanasia
Species extinguished for aesthetic pleasure.
So if you watch closely, I’m no Mr. Hide
Please do see beyond present time,
And pose your spirits emergent questions…
Or will you fail to state a need of uniting nations?
And are your biological warriors damaging just the collateral?
Are you the terrorist who poisons you with heavy metal?
So would you still suburban your own crimes
And would you seek lowering other’s poverty lines?
Are you acknowledging sequenced differences,
And capable of socially sharing with persistence?
Do you let starvation develop massive consumption
Or do you feed weapons of mass destruction?
Will you be arrested under those selfish patrols?
Would you dare to forth thirds worlds?
So if you indexate human development with success,
Would your children live longer in happiness?
Provide you with lessons only past could bring.
And let me introduce myself as a tourist from outer space,
Departed from home to show its real place.
Thus in an age of frozen hearts, souls and minds
Many warmed the globe, distracted from signs
Societies used to be made from knowledge
As mankind felt in a high-tech shortage,
And while some afforded playground cyborgs
Surviving through transgenic organs,
Convicted by some artificial intelligences
With no blame, didn’t notice the absences.
Illegal geniuses engineered new babies,
Illegal sexists bought their on ladies.
While all voted eco-assisted euthanasia
Species extinguished for aesthetic pleasure.
So if you watch closely, I’m no Mr. Hide
Please do see beyond present time,
And pose your spirits emergent questions…
Or will you fail to state a need of uniting nations?
And are your biological warriors damaging just the collateral?
Are you the terrorist who poisons you with heavy metal?
So would you still suburban your own crimes
And would you seek lowering other’s poverty lines?
Are you acknowledging sequenced differences,
And capable of socially sharing with persistence?
Do you let starvation develop massive consumption
Or do you feed weapons of mass destruction?
Will you be arrested under those selfish patrols?
Would you dare to forth thirds worlds?
So if you indexate human development with success,
Would your children live longer in happiness?
300 manifests for warring sketches
Like a Spartan crushed at the Hot Gates I do not …
I shall never beg for my life.
Though the curse favors the few standing against many and many more,
These legs will not fade!
In my history, no one shall ever make me rethink my fundamental building.
And my vigorous powers will subsist,
Even if the rain tries to blur my words in a whisper.
But Oh Gods where have you all gone?!
And why do I need to stand here alone?
Am I the one you choose carry the flame?
Aren’t I your child? Who should I blame?
I fight, I fight!
I fight the severe constrictions in the decadence
Of an immortal mind - based empire.
I write, I write!
I make my own right in the absence
Of an universal moral shire.
I might, I might!
I may strongly face the consequence
Of a mortal defying madness.
Too bright, too bright!
To bring out and into your presence
The poisoned fruits you wish to command me.
To the sight, to the sight!
For you all to regard the face
Of the only descending upon the all.
Into light, into light!
To lift mankind to a higher place
Where I live alone and from where you may fall.
Until night, until night!
Until the first song of the ball,
You will only be at a dancing crawl.
I fight, I fight!
And diseases of the blazed,
For thrones to the steering warriors,
I write, I write!
In these pages rest my battle fields,
In my tongue the memorials.
I might, I might!
Acquire grounded power
With a total faked consent
Too bright, too bright!
B(u)y those strategic machineries
The major’s ethic’s absent
To the sight, to the sight!
Massive death communicated
B(u)y any species’ resent
Into light, into light!
My Kind is of no Man’s conception
My mind has no representation
Until night, until night!
My kingdom as no coin or crown
and this mother is not your parent
I fight as to write,
In ways my might,
Is blinded bright
As if your sight
Shadowed in light
Opened wide, though is night.
I shall never beg for my life.
Though the curse favors the few standing against many and many more,
These legs will not fade!
In my history, no one shall ever make me rethink my fundamental building.
And my vigorous powers will subsist,
Even if the rain tries to blur my words in a whisper.
But Oh Gods where have you all gone?!
And why do I need to stand here alone?
Am I the one you choose carry the flame?
Aren’t I your child? Who should I blame?
I fight, I fight!
I fight the severe constrictions in the decadence
Of an immortal mind - based empire.
I write, I write!
I make my own right in the absence
Of an universal moral shire.
I might, I might!
I may strongly face the consequence
Of a mortal defying madness.
Too bright, too bright!
To bring out and into your presence
The poisoned fruits you wish to command me.
To the sight, to the sight!
For you all to regard the face
Of the only descending upon the all.
Into light, into light!
To lift mankind to a higher place
Where I live alone and from where you may fall.
Until night, until night!
Until the first song of the ball,
You will only be at a dancing crawl.
I fight, I fight!
And diseases of the blazed,
For thrones to the steering warriors,
I write, I write!
In these pages rest my battle fields,
In my tongue the memorials.
I might, I might!
Acquire grounded power
With a total faked consent
Too bright, too bright!
B(u)y those strategic machineries
The major’s ethic’s absent
To the sight, to the sight!
Massive death communicated
B(u)y any species’ resent
Into light, into light!
My Kind is of no Man’s conception
My mind has no representation
Until night, until night!
My kingdom as no coin or crown
and this mother is not your parent
I fight as to write,
In ways my might,
Is blinded bright
As if your sight
Shadowed in light
Opened wide, though is night.
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